::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

O nobre desejo de Jamie Oliver

"O meu desejo é que possamos construir um movimento forte e sustentável para educar cada criança a respeito da alimetação, para inspirar as famílias a cozinhar de novo e para capacitar todas as pessoas a lutar contra a obesidade".
 
Assista, deguste e mãos à massa!

 

domingo, 27 de janeiro de 2013

Dieta Detox Ayurvedica (dieta anti ama)

 
“Intoxicação” é o termo utilizado para descrever uma condição provocada por uma extensa lista de contaminantes químicos como metais e poluentes ambientais; pesticidas; químicos usados nas limpezas, álcool, tabaco, drogas, medicamentos, cosméticos, exposição excessiva ao sol, além de dietas ricas em alimentos ultraprocessados, gordura saturada e trans, excesso de sódio e açúcar, aditivos alimentares usados inadequadamente; e pelos radicais livres formados no funcionamento regular do nosso próprio metabolismo. Em pequenas quantidades, os radicais livres atuam positivamente como coadjuvantes do sistema imune. Porém, quando a produção de radicais livres excede as defesas do organismo, ocorre o estresse oxidativo que acelera o envelhecimento, com o consequente aumento da susceptibilidade e a incidência de doenças como o câncer, artrite, doenças cardiovasculares, diabetes e doenças renais. Ou seja, A nossa saúde depende, em grande parte, da habilidade do organismo em neutralizar eficientemente esses produtos tóxicos.

Todas as substâncias são tóxicas se a concentração for suficientemente alta.  O nível de intoxicação varia de acordo com diversos fatores, como o tipo de substância ingerida, o nível de exposição a esta substância, a idade, o peso corpóreo, tabagismo, etc.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Ghee, ghi ou manteiga clarificada

O ghee, ghi ou manteiga clarificada, é um alimento indispensável para a culinária indiana e a Ayurveda. Ele é nutritivo (calórico), antioxidante (rejuvenescedor), elimina toxinas, é tônico cerebral, melhora o Agni, o metabolismo, é levemente laxativo, emoliente e antiácido, porém, contra-indicado em caso de colesterol elevado e distúrbios hepáticos.
 
Tradicionalmente se produz ghee ao aquecer manteiga fresca, sem sal e sem adição de nenhum produto químico até que ela se torne um líquido dourado e translúcido e com perfume característico que realça o sabor e aroma dos alimentos.


A manteiga não é só gordura. Ela é composta por água, açúcares, gorduras e proteínas. Durante o processo de fervura, a lactose, as proteínas coaguladas e outros sólidos do leite são removidos, restando apenas um óleo puro, podendo até ser consumido por pessoas alérgicas à proteína do leite ou intolerantes à lactose. Porém, a gordura saturada original da manteiga permanece inalterada.
 
O ghee conserva-se por muito mais tempo do que a manteiga comum, porque as bactérias podem atacar as proteínas, mas não o óleo puro. Ela pode ficar rançosa, mas, o ranço é apenas um sabor azedo, e não contaminação por bactérias. O seu  ponto de fumaça é o mais baixo entre todos os óleos, entre 120 e 150º. Dessa forma, ele não é adequado para a fritura por imersão (180 a 190º.), sendo mais recomendado utilizá-lo para saltear rapidamente os vegetais ao adicioná-lo ao final das preparações.

Além de um alimento habitual, o ghee também é largamente utilizado como veículo para medicamentos fitoterápicos e cosméticos, além de ser uma importante oferenda alimentar nos rituais sagrados.
 
Clarificando a manteiga
  • Prepare o ghee a partir de manteiga sem sal.
  • Colocar a manteiga em uma panela de inox ou vidro e aquecer a panela direto no fogo baixo ou em banho maria, ou sobre uma chapa. O fundamental é que o fogo seja bem baixo para não queimar as partes sólidas, deixando um sabor residual no ghee.
  • O óleo, a água e os sólidos vão se separar em três camadas: uma espuma de caseína em cima, um óleo amarelo transparente no meio, e uma suspensão aquosa de sólidos de leite no fundo.
  • Com uma escumadeira, retire cuidadosamente a camada superior de caseína e reserve. Ela contém grande parte do sabor amanteigado e pode ser usada para dar sabor a vegetais cozidos no vapor ou pipoca, por exemplo.
  • Transfira o óleo amarelo para um recipiente de vidro previamente esterilizado (fervido por 20 minutos), despejando-o ou usando uma concha deixando para trás a água e o sedimento do fundo. A camada aquosa contém o açúcar do leite, ou lactose. Nessa etapa, eu costumo coar o ghee líquido em um algodão fino como uma fralda, antes de envasar.
  • Uma xícara (200 g) de manteiga comum renderá aproximadamente ¾ de xícara (150 g), depois de clarificada.
  • Prefira guardar o ghee em recipientes escuros ou revestir os vidros com papel laminado. Como todos os óleos, ele é fotosensível e pode ficar rançoso rapidamente se exposto à claridade.
  • O ghee costuma se solidificar a partir de 25o, se tornando um creme espesso. Com o aumento da temperatura, ele retorna ao estado líquido.


Referência: O que Einstein disse a seu cozinheiro. Robert L. Wolke. Ed. Zahar.

domingo, 30 de dezembro de 2012

As sementes de 2013

Todos temos sementes positivas, negativas e neutras e o nosso grande trabalho como "jardineiros da mente" é cultivar as sementes neutras para que elas se tornem positivas. Cada um escolhe a sua forma favorita de cultivo: uns cantam, outros dançam, rezam, meditam, escrevem, praticam esporte. O importante é não desprezar as sementes neutras sob o risco de elas se tornarem tédio ou negatividade. Como tudo é impermanente, elas não serão neutras por muito tempo.  

Compartilho aqui alguns vídeos que inspiram as minhas sementes positivas.

 



Que 2013 traga equilíbrio, saúde e paz, "o resto a gente corre atrás". Namaste.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

O sol que habita em nós



"A medida que o nosso corpo vive a cada dia, ele se move e trabalha e, para mover-se ou trabalhar, precisa de energia. A energia que abastece o trabalho do corpo vem indiretamente do sol, por meio das plantas. As plantas capturam e armazenam a energia do sol nos seus tecidos durante o seu crescimento. Quando comemos  alimentos derivados de plantas, frutas, verduras, gãos, obtemos e utilizamos a energia solar que eles armazenam."(Sizer e Whitney).

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Saudade da Índia

Já faz quase 2 anos que estive na Índia pela última vez. Essa terra tão tão distante, origem de uma cultura tão espetacular está muito presente na minha rotina, na profissão que escolhi e nas minhas práticas diárias de bem estar me ensinando que a presença não é uma questão de corpo físico, mas de conexão interior, de atenção, intenção e inspiração.
 
Fiquei bem feliz com a última edição do Globo Repórter. Há algum tempo esse programa também apresentou um episódio exclusivo sobre a Ayurveda com a querida Dra. Sonali e a Joana, uma grande amiga.
 
No site da Globo, encontrei vários programas sobre a Índia e a Ayurveda. Normalmente eles são um pouco superficiais e rápidos, mas dá para ter uma boa amostra do que se encontra por lá.
 
Assista aos links e boa viagem.
 
http://globotv.globo.com/rede-globo/globo-reporter/v/ayurveda-busca-a-cura-para-os-males-do-corpo-e-da-mente-na-natureza-na-india/2270888/



   

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Chás ayurvedicos para pacificar os Doshas


CHÁ PARA VATA (reduz Vata e Kapha, aumenta Pitta)
1/4 colher de chá de gengibre ralado
1/4 colher de chá de cardamomo
1/4 colher de chá de canela em pó
1/4 colher de chá de ajwain (sementes de salsão)
1 copo de água filtrada
Ferver a água e adicionar as especiarias. Desligar o fogo, tampar a panela e deixar descansar por uns 3 minutos. Coar e beber ainda morno. Se necessário, adoçar levemente com açúcar mascavo (Vata e Pitta) ou Mel (Kapha).


CHÁ PARA PITTA (reduz os 3 doshas e estimula a digestão)
1/4 colher de chá de sementes de cominho
1/4 colher de chá de sementes de coentro
1/4 colher de chá de sementes de erva-doce
1/4 colher de chá de pétalas de rosas
1/4 colher de chá de folhas de coentro
1 copo de água filtrada
Ferver a água e adicionar as especiarias. Desligar o fogo, tampar a panela e deixar descansar por 5 minutos. Coar e beber ainda morno. Se necessário, adoçar levemente com açúcar mascavo (Vata e Pitta) ou Mel (Kapha).



CHÁ PARA KAPHA (reduz os 3 doshas sendo especialmente calmante para Kapha)
1/4 colher de chá de gengibre seco
1/3 colher de chá de cravo em pó
1/4 colher de chá de sementes de dill
1/4 colher de chá de sementes de fenogrego
1 copo de água filtrada
Ferver a água e adicionar as especiarias. Desligar o fogo, tampar a panela e deixar descansar por 5 minutos. Coar e beber ainda morno. Se necessário, adoçar levemente com açúcar mascavo (Vata e Pitta) ou Mel (Kapha).

Receitas do livro Ayurvedic Cooking for Sellf-Healing. Usha Lad e Dr. Vasant Lad

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Adeus às barrinhas de cereais.

A pedidos, experimentei várias opções de barrinhas de cereais, inclusive algumas orgânicas.
Esses produtos alimentícios se popularizaram nos últimos anos sob alegações de saúde pela presença de frutas e riqueza de fibras, além da praticidade. Os fabricantes e as revistas de “saúde” sugerem a troca dos lanches intermediários pelas práticas barrinhas. Alguns sites alegam que elas são nutritivas e podem ajudar na redução de peso. Será?
Pois bem, as barrinhas são feitas de cereais (aveia, quinoa), frutas secas, castanhas e algum tipo de adoçante que pode ser natural ou sintético, uma combinação altamente nutritiva, ou seja, calórica.
As frutas in natura são alimentos perfeitos, compostas por uma grande parte de água (pode chegar a 90% do peso da fruta), diversos tipos de fibras solúveis e insolúveis, açúcares naturais (glicose e frutose), vitaminas, minerais e substâncias com ação antioxidante como, por exemplo,  o  resveratrol das uvas vermelhas. Quando as frutas são desidratadas, a água, responsável por fazer volume e interagir com as fibras durante a digestão favorecendo a saciedade, é removida, restando as partes sólidas e os açúcares concentrados. Sem água e com alta concentração de açúcar, as frutas secas têm um tempo de vida útil muito maior do que as frutas frescas (ótimo para a indústria), porém, perdem alguns nutrientes com o passar do tempo (péssimo para nós). Dessa forma, 100 g de banana prata tem aproximadamente 90 calorias e 28 g de açúcares. Já 100 g de banana desidratada tem cerca de 250 Kcal com 62,5 g de açúcares. Pensando no volume, uma banana fresca, com 70% de água, é suficiente para saciar uma fome leve no horário do lanche da manhã, por exemplo. Para ter a mesma saciedade com a banana desidratada será necessário ingerir um volume próximo de uma banana fresca, só que com 2,5 vezes mais de calorias e com o prejuízo de alguns nutrientes.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Felicidade

A matéria-prima de toda a existência é a felicidade.
Tudo é simplesmente feliz. As árvores são felizes sem qualquer motivo; elas não se tornarão primeiros-ministros ou presidentes, e elas não se tornarão ricas e nunca terão nenhuma conta bancária.

Olhe para as flores — não há qualquer motivo para serem felizes. É simplesmente inacreditável como as flores são felizes.

Osho, em "O Que é Meditação"

(flores do nosso jardim no Prãna Spa)
 

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Uso dos óleos vegetais e essenciais pela Ayurveda

O ingrediente principal das terapias ayurvedicas é o óleo vegetal. Os mais usados são o de coco (frio para peles quentes e irritadas), de gergelim (quente, para peles ressecadas) e de girassol (morno, para pele de normal a oleosa), mas, hoje em dia também usamos largamente o azeite de oliva extra-virgem e o de sementes de uva. Podemos utilizar esses óleos puros ou adicionar algum óleo essencial (concentrado) ou erva. Pode parecer estranho aos ouvidos brasileiros que usamos óleos naturais para tratar a pele facial, pois aparentemente eles deixarão uma sensação de oleosidade na pele. Mas, não é bem assim. Quando aplicamos o óleo adequadamente e massageamos a pele corretamente, os efeitos são tão delicados e profundos quanto os dos cremes importados.
Na Ayurveda os óleos são largamente utilizados na culinária (vegetais) e também na cosmética (vegetais e essenciais). Preferimos sempre os óleos puros, prensados mecanicamente a frio e sem adição de solventes de qualquer natureza. Os óleos vegetais funcionam como carreadores para óleos essenciais e outras substâncias como ervas e extratos (uso interno e externo). Damos tanta importância aos óleos destinados à cosmética quanto aos óleos da alimentação, pois a pele é o maior órgão do nosso corpo, tem importante função absortiva, é protetora de músculos e órgãos, termorreguladora, excreta toxinas ajudando a fortalecer a imunidade e a camada oleosa que recobre a pele protege contra vírus e bactérias.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Pesquisar este blog